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Friday, February 10, 2006

GT: EDUCAÇÃO a DISTANCIA (Plataformas Ead ) – RELATO DA PESQUISA

Pesquisadores :Antonio Cláudio , Antonio Ribas , Francisco Salles

A pesquisa procurou enriqucer os conceitos que tinhamos sobre Ead e principamente as suas plataformas , segue abaixo , conceitos e termilogias e alguns sites para melhor conhecimento sobre o asunto .

Turma para iniciar vamos falar do conceito de Ead conforme o (Decreto 2.494, de 10.02.1998) " Educação a Distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação"
E agora de E-learning
O termo significava originalmente electronic learning, ou ensino/aprendizagem com auxílio electrónico. Hoje em dia o termo é aplicado a toda a forma de ensino/formação através de plataformas que utilizam a Internet como meio de comunicação entre formandos/alunos e o formador/professor.
As plataformas de EAD (Ensino a Distância) procuram criar formas de disponibilizar conteúdos, fazer o acompanhamento e avaliação dos formandos e mais recentemente criar comunidades virtuais que permitam a aprendizagem num ambiente de conhecimentos partilhados. Onde cada elemento poderá contribuir para o grupo apresentando as suas experiências pessoais.

O professor Nildo Viana ainda comenta a EAD via Internet vem ocorrendo principalmente através do uso de plataformas e softwares educativos que reproduzem o ambiente escolar presencial através de um ambiente escolar virtual. Além do fato de que tais programas são produzidos geralmente por técnicos em informática e não por educadores (Kenski, 2003), existe o problema mais grave que reside na concepção de educação por detrás desta produção de recursos tecnológicos para EAD. A concepção e valores por detrás da produção destes recursos tecnológicos apontam para a reprodução da educação escolar com todas as suas características voltadas para o controle do saber e não seu desenvolvimento. É por isso que estes recursos tecnológicos (plataformas, softwares) buscam reproduzir fielmente uma sala de aula real. Cria-se, assim, a sala de aula virtual, nas mais variadas versões. Temos, por exemplo, o TelEduc, O WebCT, o E-Saber, entre inúmeras outras (http://www.espacoacademico.com.br/041/41pc_viana.htm). Quem quiser conhecer algumas plataformas EAD basta ir ao site da ufrgs ( http://cref.if.ufrgs.br/hp/plataformas.html ) .
Fonte
http://www.rj.senac.br/psenac/ead/portalcte/areas/o-que-e-ead.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/EAD

LEVY, P. (1996)."O que é o Virtual?" .São Paulo :Editora 34.

GT: EDUCAÇÃO a DISTANCIA (Plataformas Ead ) – RELATO DA PESQUISA

Tuesday, February 07, 2006

TÍTULO: GT (Educação, Ciberespaço e Cibercultura)

Participantes:
Aloisio Oliveira Ramos
Ana Carolina Bispo de Araújo
Tassila Oliveira Ramos

Nos baseamos em Lévy para argumentar o tema, em que ele dedica-se às implicações culturais do desenvolvimento do ciberespaço.
O ciberespaço contempla essencialmente três temas: as artes, o saber e a cidadania. A educação é a que recebe maior atenção. Lévy descreve mutações nas formas de ensinar e aprender. O futuro papel do professor não será mais o de difusor de saberes, diz, mas o de “animador da inteligência coletiva” dos estudantes, estimulando-os a trocar seus conhecimentos.
Lévy rebate as críticas da substituição, segundo a qual o real substitui o virtual; a telepresença, o deslocamento físico. Para ele, os modos de relação, conhecimento e aprendizagem da cibercultura não paralisam nem substituem os já existentes, mas antes os ampliam, transformando-nos e tornando-os mais complexos.
Lévy acredita que a cibercultura seja a herdeira legítima da filosofia das Luzes e difunde valores como fraternidade, igualdade e liberdade.
Para existir cibercultura é necessário do ciberespaço, o qual é o ambiente criado de forma virtual. Através do uso dos meios de comunicação modernos, destacando-se entre eles a internet. Esse fenômeno se deve ao fato de, nos meios de comunicação modernos, haver a possiblidade de pessoas e equipamentos trocarem informações das mais variadas formas.
Quanto mais o Ciberespaço se estende, mais universal se torna. Novas maneiras de pensar e de conviver estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. Lévy afirma que “a comunicação interativa e coletiva é a principal atração do ciberespaço”. Isso ocorre porque a Internet é um instrumento de desenvolvimento social. Ela possibilita a partilha da memória, da percepção, da imaginação. Isso resulta na aprendizagem coletiva e na troca de conhecimentos entre os grupos, influenciando principalmente a educação.
Resaltamos aqui a extraordinária expansão de tecnologias, fazendo com que muitos se dedeslumbrem e achem que elas poderam resolver os grandes problemas que nos afligem. Nem o deslumbramento nem a crítica radical nos ajudarão a compreender melhor como lidar com as tecnologias. Elas tanto nos ajudam como complicam. Depende da forma como utilizarmos, e isso, é o nosso ponto chave nas nossas discussões relacionadas à educação e cibercultura.
As tecnologias facilitam extraordinariamente nossas metodologias de ensino, mas para isso, precisamos saber manusea-las e refletir a utilidade e importância delas na educação. Sendo assim, o aparecimento de novos meios tecnológicos possibilitam a interatividade e até mesmo a elevação dos níveis culturais.
A educação e a cibercultura em si como fator de suporte e compreensão dessa nova realidade tecnológica possibiltam o acesso das mesmas de forma atraente, útil, reflexiva, mas para isso lembremos que os educadores precisam estar capacitados para o uso.
A partir deste novo paradigma temos uma nova sociedade, talvez um novo homem e uma nova forma de educar e aprender, com isso surgem a sociedade da informação, o ciberespaço e a cibercultura.

LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva : por uma antropologia do ciberespaço. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2000. 212 p.

http://empresa.portoweb.com.br/pierrelevy/educaecyber.html

"ESCOLA DIGITAL"

A união do Canal Futura, do Instituto Ayrton Sena e da Microsoft em prol da inclusão digital deu origem a minissérie "Escola Digital", que tem como objetivos mostrar exemplos de mobilização social com o apoio da tecnologia, promover a formação de monitores voluntários e fazer da informática uma ferramenta que traga benefícios para o ambiente escolar e a vida comunitária.

A minissérie foi exibida no Canal Futura, quem desejar assistir os capítulos pela internet e/ou conhecer essa iniciativa acesse:http://www.programaescoladigital.org.br/

Educação e Inclusão Digital

Relato da Pesquisa
Recorte: Educação e Inclusão Digital - GT3
Componentes: Alberto Mascarenhas, Antonia Santos, Ana Lúcia, Américo Martins, Noeli Campos, Valdirene Soriano.

Pierre Lèvy no seu livro Cibercultura, Cap XVIII, questiona a Cibercultura como uma fonte de exclusão. A Cibercultura poderia ser um fator de desigualdade e de exclusão tanto entre as classes como entre nações.
Baseado neste estudo, podemos concluir que o fator econômico é o principal agravante quando trata-se de exclusão digital.
A nova estrutura social informatizada é a mesma que difere as classes, que excluem. Outros fatores também contribuem para tal situação, dentre eles: falta de política pública voltada para a socialização digital, falta de mão-de-obra qualificada frente as novas tecnologias, etc.
Os fatores acima mencionados, nos remetem a um típico cenário de exclusão digital. O equilíbrio do poder econômico contribuirá para uma minimização nos níveis de exclusão, dentro de uma sociedade altamente informatizada - O EXCLUÍDO NÃO PODE ESTAR MAIS DESCONECTADO.

Sunday, February 05, 2006

GT: EDUCAÇÃO E ACESSIBILIDADE – RELATO DA PESQUISA

Denise Hiss, Jelma Silva, Neli Chamusca e Rita Moscone

Após pesquisas em sites, livros e publicações especializadas, fizemos um levantamento dos principais tópicos sobre a Acessibilidade e a Educação.
Atualmente, no que se refere à área de tratamento e reabilitação dos indivíduos portadores de necessidades especiais, são inegáveis os progressos obtidos em decorrência da própria evolução científica e tecnológica.

ACESSIBILIDADE
Falamos em "acessibilidade", quando um local, produto, serviço ou informação está efetivamente disponível ao maior número e variedade possível de pessoas. Isto requer a eliminação de barreiras arquitetônicas, a disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos.

INCLUSÃO DIGITAL
Falamos em "inclusão digital, quando o maior número e variedade possível de pessoas tem acesso, em igualdade de condições, à informação digitalizada e aos produtos e serviços que possuem interfaces digitais.
"Inclusão digital" é gerar igualdade de oportunidades na sociedade da informação. Esse conceito parte da constatação de que o acesso aos modernos meios de comunicação, especialmente a internet, gera um diferencial no aprendizado e na capacidade de ascensão financeira para o cidadão. Com a percepção de que muitos brasileiros não teriam condições de adquirir equipamentos e serviços para gerar este acesso, são cada vez maiores o reconhecimento e o empenho (governamental, social, técnico, econômico) de se encontrar soluções para garantir tal acesso.
Com isto, pretende-se gerar um avanço na capacitação e na qualidade de vida de grande parte da população, bem como preparar o país para as necessidades futuras". (Oficina "Inclusão Digital", Brasília, maio 2001).

Educar, em uma perspectiva ampla, consiste em ajudar a si mesmo e a outros aprender a viver. Todos nós educamos o tempo todo. É um processo de desvendamento e integração de níveis mais complexos da realidade, aprendendo a encontrar significado para o que está solto, interagindo como externo e o interno, passado e presente, o individual e o social.
Educar também é ajudar a desenvolver todas as formas de comunicação, objetivando um avanço no conhecimento, com desenvolvimento de habilidades e atitudes autônomas, buscando a formação do pensamento crítico que colabore para uma sociedade mais justa.
Na educação aprendemos a respeitar as diferenças, os ritmos e a dialogar com a diversidade, buscando o equilíbrio entre a flexibilidade e a organização, procurando compatibilizar os objetivos sociais, grupais e pessoais.

Conclusão:
Os recursos tecnológicos constituem ajuda técnica que permitem em muitos casos minimizar as limitações funcionais decorrente da deficiência. O desconhecimento das tecnologias assistivas como recurso facilitador do processo de inclusão tem impedido que nós professores possamos auxiliar alunos com necessidades especiais, pelo uso dessas tecnologias.

Frente a essas mudanças na sociedade, questionamos como estamos atuando diante desse processo excludente. De que forma estamos abordando a questão da tecnologia para uso dos grupos especiais?

Fontes estudadas:
(Oficina "Inclusão Digital", Brasília, maio 2001).
Acessibilidade Brasil
Reportagem: Informatização nas escolas ainda é pequena. Rodrigo Cunha
Educação e Cibercultura - Andréia Ramal
www.serpro.com.br
www.virtual.pucminas.br/CHUM/

Saturday, February 04, 2006

Saturday, February 04, 2006

GT-EDUCAÇÃO E INCLUSÃO DIGITAL-RELATO DA PESQUISA

Olá todos

Metade dos brasileiros nunca usou computador!
A Folha Online constatou que mais da metade dos brasileiros com idade superior a dez anos --55% deles-- nunca utilizou um computador. Quando a porcentagem refere-se ao uso da internet o valor fica ainda maior: 68% dessas pessoas nunca navegaram pela rede. As informações têm como base a primeira pesquisa do CGI (Comitê Gestor da Internet), referente a agosto e setembro deste ano, sobre a penetração e uso da web no Brasil. Apesar de os dados apontarem um longo caminho para a concretização da inclusão digital, o número de internautas domiciliares no Brasil dobrou nos últimos cinco anos: foi de 5,1 milhões de usuários em setembro de 2000 para 11,96 milhões em setembro deste ano, segundo pesquisas do Ibope//NetRatings.Se também consideradas as pessoas que acessam a web do trabalho ou de telecentros, por exemplo, o número de brasileiros on-line chegou aos 32,1 milhões no terceiro trimestre de 2005. O estudo do CGI também aponta que 16,6% dos brasileiros possuem computadores de mesa em suas casas, sendo que nem todas as máquinas permitem acesso à internet. O grupo que utiliza micros diariamente fica por volta de 13,8% dos brasileiros com mais de dez anos, enquanto 9,6% deles navegam pela web todos os dias. O Distrito Federal é a região com o maior número de computadores em casa --31% dos domicílios--, seguido pela região metropolitana de São Paulo (27%), de Curitiba (23%), do Rio de Janeiro (22%) e de Porto Alegre (21%). "Estes números estão diretamente relacionados à renda e taxa de escolaridade", diz Rogério Santanna, secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento. A pior porcentagem divulgada refere-se à região metropolitana de Fortaleza, onde apenas 8% das residências têm micros. Ao considerar classes sociais, o estudo indica que 88,7% dos domicílios pertencentes à classe A são equipados com computadores. Já na classe B este valor cai para 55,5%, seguido por 16,1% da classe C e 2% das classes D/E. InclusãoCerca de 43% dos 8.000 entrevistados disseram estar dispostos a pagar até R$ 1.400 para ter um computador em casa --este é o preço limite do PC popular, que obedece uma configuração pré-estabelecida pelo governo e pode ser adquirido via financiamento facilitado. No entanto, 22% deles não comprariam uma máquina mesmo se ela custasse R$ 300. "Os números mostram a importância de políticas de acesso público à internet. Mesmo com redução de preços e facilidade de pagamento, ainda é grande a quantidade de pessoas que não pode comprar computadores", afirma Santanna. A principal barreira de uso da internet nas residências é um motivo um tanto óbvio: a falta de computadores. Cerca de 59% das pessoas citam este fator, enquanto 33% são mais específicas ao culpar o custo elevado do equipamento. Segundo a pesquisa, os obstáculos estão ligados à geografia --que por sua vez se relaciona a questões socio-econômicas. Enquanto 24% dos entrevistados da região metropolitana de São Paulo reclamam do preço do micro, 54% fazem o mesmo na região metropolitana de Recife. Também foi realçado o aumento dos gastos com energia elétrica como obstáculo a esta aquisição.


Componentes: Antônia Santos, Noeli Campos, Valdirene Soriano, Ana Lúcia Aquino, Alberto Mascarenhas e Américo Barbuda.

GT Educação e Cibercultura: Mutação Contemporânea

Lucio Magalhães e Josemar.

Achamos interressante a segunda constatação feita por Pierre Levy em relação á educação e cibercultura " A segunda constatação, fortemente ligada a primeira, diz respeito á nova natureza do trabalho, cuja parte de transação de conhecimentos não para de crescer" . Nela ele diz respeito a nova natureza do trabalho, ou seja, surgem novas profissões, novas formas de trabalho.
Conforme visto no programa Globo reporter da rede Globo, no dia 03/02/2006, constata-se que há atualmente empresas que mantem funcionários trabalhando em suas residências e com o auxílio de um micro-computador, uma webcam e a internet, ele interage com os colegas de trabalho e com os clientes.Neste exemplo o profissional interage em um ciberespaço comunicando-se pela interconecção entre seu micro-computador e os demais da rede internet.Ele participa de uma cibercultura e ha uma aprendizagem colaborativa on line quando troca informações com seus colegas de trabalho e com clientes. Podemos notar tambem uma inteligencia coletiva se ele interagir com seus colegas de trabalho na resolução de um problema.

Fontes de Pesquisa:
" A nova relação com o saber" Pierre Lévy
" Mercado de Trabalho" Globo Reporter, Rede Globo. 03/02/2006

Friday, February 03, 2006

ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO DIGITAL

ACESSIBILIDADE
Falamos em "acessibilidade", quando um local, produto, serviço ou informação está efetivamente disponível ao maior número e variedade possível de pessoas. Isto requer a eliminação de barreiras arquitetônicas, a disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos.
INCLUSÃO DIGITAL
Falamos em "inclusão digital, quando o maior número e variedade possível de pessoas tem acesso, em igualdade de condições, à informação digitalizada e aos produtos e serviços que possuem interfaces digitais.
"Inclusão digital" é gerar igualdade de oportunidades na sociedade da informação. Esse conceito parte da constatação de que o acesso aos modernos meios de comunicação, especialmente a internet, gera um diferencial no aprendizado e na capacidade de ascensão financeira para o cidadão. Com a percepção de que muitos brasileiros não teriam condições de adquirir equipamentos e serviços para gerar este acesso, são cada vez maiores o reconhecimento e o empenho (governamental, social, técnico, econômico) de se encontrar soluções para garantir tal acesso.
Com isto, pretende-se gerar um avanço na capacitação e na qualidade de vida de grande parte da população, bem como preparar o país para as necessidades futuras." (Oficina "Inclusão Digital", Brasília, maio 2001).

BIBLIOTECA VIRTUAL DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

http://www.prossiga.br/edistancia/

Acessando este site, vocês vão ter acesso a vários artigos nacionais e internacionais sobre o tema de estudo desta disciplina e de outros assuntos ligados a educação em geral.
Vale a pena conferir!

Thursday, February 02, 2006

Educação e Cibercultura

Obsevei no site http://www.revista.unicamp.br/infotec/educacao/educacao.html, o qual aborda o tema linguagem, educação e cibercultura: "Nova forma do saber". O professor Marcelo Franco discute o paradigma dos tecnófobos e tecnófilos de maneira bastante interessante, principalmente quando compara as críticas feitas por Platão contra a escrita, com as mesmas feitas hoje contra os computadores. Nesse artigo ele também cita autores como os franceses Lucian Stez e Pierre Levy, Walter Ong e Umberto Eco entre outros. Penso que a pespectiva com o uso das tecnolgoias digitais e das redes de comunicação interativa superam suas desvantagens, pois consegue prolongar a capacidade da memória, imaginação e percepção humana, possibilitando ainda uma flexibilidade na construção do conhecimento e proporcionando uma aprendizagem coletiva e cooperativa.

Wednesday, February 01, 2006

Ferramentas na 'transmissão de conhecimento

De acordo Lévy, apreendemos o conhecimento por simulação,e esta depende da oralidade, da escrita e da impressão, típico da cultura informática. Colocar em perspectiva, relativizar as formas teóricas ou críticas de pensar são possibilidades abertas hoje com a informática. Um dos principais agentes de transformação da sociedades atuais é a técnica. "As técnicas" sob suas diferentes formas, com seus usos diversos, e com todas as suas implicações vêem para auxiliar na sociedade, e no processo educativo , tem uma grande leque ajuda na transmissão de conhecimentos. Abre um campo de possibilidades! As mudanças ocorrem em toda parte, ao redor de nós, mas também em nosso interior, em nossa forma de representar o mundo. é urgente que nos equipemos com ferramentas para poder pensar estas mudanças, avaliá-las, discutí-las- em suma, participar ativamente da construção de nossos destinos. Neli